Fintechs brasileiras sobem até 31% em Nova York no dia seguinte ao 1º turno
XP liderou com alta de 30,93%. A mais tímida, Nubank, ainda subiu 13,07%.

Foto: Jakub Hałun/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)
As fintechs brasileiras listadas nos Estados Unidos fecharam em forte alta nesta segunda-feira (5), primeiro pregão depois do primeiro turno das eleições, segundo a Finsiders Brasil. Flávio Bolsonaro (PL) terminou com 47,03% dos votos, à frente de Lula (PT), com 45,16%. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
A XP liderou, com alta de 30,93%, a US$ 28,15. O PicPay subiu 27,83%, a US$ 11,62, e o Agibank 23,44%, a US$ 6,74. O PagBank avançou 21,40%, a US$ 10,95, a Stone 20,84%, a US$ 11,54, e o Inter 19,71%, a US$ 6,56. O Nubank, maior empresa do grupo, subiu 13,07%, a US$ 15,18. No Brasil, o dólar caiu 4,11% e fechou a R$ 5,001.
Para as fintechs, o ponto central são os juros. Bancos digitais e empresas de maquininha vivem de emprestar e de antecipar recebíveis. Quando os juros caem, o dinheiro que elas captam fica mais barato, a procura por crédito tende a subir e a inadimplência tende a cair.
A alta reflete uma expectativa, não um resultado. Nas eleições de 2018 e de 2022 o mercado também comemorou o primeiro turno, qualquer que fosse o vencedor, e parte do movimento pode ser devolvida se as apostas mudarem até o segundo turno.
“Todas fecharam em forte alta, e a mais tímida delas subiu 13%.”
Finsiders Brasil
Por que importa. Fintech funciona como termômetro da economia. Quando o mercado aposta em juros menores, as ações delas disparam: de 13% a 31% num dia só.
Fonte: Finsiders Brasil. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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