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Começar uma conversaEdson Silva contou como a Nexxera recusou dois terços da própria receita em 2018 para deixar de vender tecnologia e passar a cobrar pelo resultado do cliente.
HistóriasA nossa montanha não tem topo. Quem acha que chegou no topo, no dia seguinte desce.Edson Silva, fundador e presidente da Nexxera
Marcelo Schucman foi reprovado no processo seletivo da Stone, contratado no mesmo dia e saiu três anos e meio depois com a empresa na bolsa de Nova York. Agora tenta levar a BMP ao segundo ato.

A Precato, de Itabira, no interior de Minas, compra precatórios de aposentados e diz que seu maior concorrente não é outra fintech. É a desconfiança.

A Yuno nasceu de um incômodo dentro da Rappi: havia mais desenvolvedor cuidando de conexão de pagamento do que do próprio produto. Hoje um cliente global chega a precisar de 500 integrações.

Com um ano de vida e 11 pessoas, a Sou Securitizadora fez 20 operações desde abril. O CEO Henrique Carvalho diz que o gargalo do setor não é montar a estrutura, é administrar depois.

A adquirente abriu a criação de agentes para toda a companhia, mas cercou o movimento com barreiras para evitar o que o mercado chama de shadow AI.

A Evertec comprou a Sinqia em 2023, somou mais de 30 aquisições no currículo e agora vende pacote fechado: software, nuvem, serviço e gente.

A Robbin descobriu que 70% do capital de giro do pequeno negócio vem de quem vende para ele. Agora coloca crédito e cartão com a marca do fornecedor.

A Swap nasceu de uma conta que a 99 não conseguia oferecer ao motorista. Sete anos depois, são 150 parceiros e quase 5 milhões de contas ativas, com uma única rodada de captação.

Para enviar mais de R$ 80 mil, o cliente precisava de papel autenticado em cartório. A Remessa Online passou a década seguinte tirando esse papel do caminho.

Quem compra crédito de empresas vai enxergar quanto o devedor deve no mercado inteiro antes de fechar negócio.

A empresa de maquininhas reforça o caixa para pagar antes as vendas a prazo dos clientes.

Só em 2026 a fintech já antecipou R$ 1,4 bilhão a clientes. Desde o começo, foram R$ 3,9 bilhões.

É o maior M&A da história do grupo, que nasceu como canal nas redes sociais e mira R$ 100 bilhões até 2028.

A fintech reverteu o prejuízo de R$ 35 milhões de um ano antes e acelerou o consignado privado.

XP liderou com alta de 30,93%. A mais tímida, Nubank, ainda subiu 13,07%.

Ele substitui Leandro Vilain, que vai comandar a Febraban. A ABBC reúne mais de 100 instituições, de bancos a instituições de pagamento.

É a terceira operação do banco desde 2025. Somadas, elas chegam a R$ 6,6 bilhões.
